quarta-feira, 20 de julho de 2011
Vida em Jesus
Neste vídeo tratamos da importância da vida centrada na fonte de Vida Eterna: Jesus Cristo.
sábado, 16 de julho de 2011
Desertos e Reformas
Hoje quero destacar dois marcos, entre muitos, no ministério de Jesus que talvez compartilhemos com Ele: O Deserto e a Manifestação de não se vender pela Palavra.
A experiência de quarenta dias no Deserto, sendo tentado por Satanás, nos mostra como Jesus se aproximou de nossa condição humana para morrer em nosso lugar. Não seria obrigatório ao Senhor dos Senhores passar por essa situação, mas era necessário para nossa Salvação e Ele passou por isso porque nos ama. Se Jesus não se aproximasse tanto de nós, sendo Deus, alguém poderia dizer "Foi fácil, pois Ele era Jesus", que engano, Ele era Deus sim mas tomou forma de servo, sofreu como um servo, submeteu-se a nossas tentações, somente porque Ele sabia da importância do Seu ato de amor de morrer em nosso lugar como sacrifício vivo pelos nossos pecados.
Gostaria de Raciocinar que passamos por nossos Desertos pessoais. Não para substituir outros como o fez Jesus, mas para vencer nossas próprias tentações quando encontramos o Salvador. O que precedeu o ministério terreno de Cristo? O Deserto. O que tem precedido o ministério de muitos "pastores presidentes"? Às vezes o deserto, outras apenas ternos e aparência de santidade. A aparência não vence o Deserto, embora algumas pessoas nas igrejas pensem que sim, até preferindo um terno engomado a um sapato surrado em suas sucessões pastorais. E até dizem que é vontade de Deus. De fato o é, mas será a vontade soberana de Deus ou a vontade permissiva? Escolhemos o que Deus quer ou Deus, misericordiosamente, permite o que desejamos? Não nos cabe julgar, apenas indagar, mas há igrejas sofrendo. E muitas não tem coragem de admitir isso.
As igrejas sofrem porque ignoram o desempenho do possível pastor nas tentações do deserto, um deserto onde as vestes são rotas e a pele queimada. Muitos preferem olhar para as "vestes sacerdotais" e a "pinta de pastor" de quem talvez passou uns dois ou três dias no Deserto, mas foi logo encaminhado a uma comissão de sucessão pastoral por algum amigo influente na denominação.
Seria ótimo se a marca inicial dos ministérios, o critério mais importante a ser avaliado, fosse o deserto das tentações teológicas. Não é qualquer Deserto, pois todos temos nossos Desertos, mas passando pelo deserto a velha pessoa que somos fica para trás, permitindo somente que o novo homem entre na terra prometida. Não que a terra prometida seja uma maravilha de tranquilidade, ao contrário, mas quem suporta o Deserto suportará qualquer coisa.
Outro marco importante num ministério é a Manifestação Pública de não se vender em zelo pela Palavra. Jesus nos deu exemplo expulsando os vendilhões do templo duas vezes, no início de seu ministério e na última semana de seu ministério terreno. O exemplo de Jesus nos mostra que esta Manifestação Publica não é só uma declaração, é uma ação. Muitos pastores, batistas, batem no peito com orgulho de ser irrepreensíveis no zelo pela Palavra, mas quando algo ocorre que possa ser inconveniente tomar uma decisão mais séria, apenas buscam conselhos para consertar o problema, ou talvez remendar.
Muitos que se dizem irrepreensíveis fazem vistas grossas a manipulações de todo tipo que poderiam ameaçar seu cargo, ou carreira pastoral. Infelizmente ser pastor está virando carreira, haja vista a intromissão do Estado nos Seminários Teológicos através do MEC. Para quem não sabe, para ser reconhecido pelo MEC, o Seminário precisa obedecer certas regras e aceitar fiscalização do mesmo, mesmo que limitada por certos princípios, mas já é fiscalização Estatal da religião e do que pensam os pastores. Certo que este é outro assunto, mas serve bem de exemplo. É melhor, para alguns, fazer vistas grossas a intromissão Estatal e ter um diploma de Curso Superior do que esforçar-se um pouco mais, fazer até um curso concomitante, do que ser coerente com princípios batistas.
Claro que muitas igrejas tem sua responsabilidade. Jogam o seminarista no Seminário e deixam pra lá. Mas é necessário já no início do ministério não comercializar, ou negociar, com nossos princípios. Por mais tentador que isto seja.
Jesus também expulsou os vendilhões no final de seu ministério. Isto demonstra que sua disposição não mudou. Mas há entre nós os que mudam de posição, que negociam suas crenças, mesmo entre outros pastores porque será mais conveniente acochambrar algo do que dar "prejuízo à denominação". Ora, será que a denominação não preferiria corrigir erros do que maquea-los? Se a denominação prefere o segundo caminho, alguém ou alguns, não mantiveram sua posição inegociável de zelo pela Palavra de Deus.
Como passamos pelo Deserto do ministério? Qual o nosso compromisso atitudinal com o zelo pela palavra? É uma pergunta que devemos responder cada uma a si.
BIBLIOGRAFIA
Biblia Sagrada, ACF, Mateus 4.1-11; Marcos 1. 12,13; Lucas 4.1-13.
Bíblia Sagrada, ACF, João 2.13-25.
Bíblia Sagrada, ACF, Mateus 21.12, 13, 18,19; Marcos 11.12-19; Lucas 19.45,46
BUCKLAND, A. R.Verbete: Jesus Cristo in Dicionário Bíblico Universal. Editora Vida, Florida, 1981.
A experiência de quarenta dias no Deserto, sendo tentado por Satanás, nos mostra como Jesus se aproximou de nossa condição humana para morrer em nosso lugar. Não seria obrigatório ao Senhor dos Senhores passar por essa situação, mas era necessário para nossa Salvação e Ele passou por isso porque nos ama. Se Jesus não se aproximasse tanto de nós, sendo Deus, alguém poderia dizer "Foi fácil, pois Ele era Jesus", que engano, Ele era Deus sim mas tomou forma de servo, sofreu como um servo, submeteu-se a nossas tentações, somente porque Ele sabia da importância do Seu ato de amor de morrer em nosso lugar como sacrifício vivo pelos nossos pecados.
Gostaria de Raciocinar que passamos por nossos Desertos pessoais. Não para substituir outros como o fez Jesus, mas para vencer nossas próprias tentações quando encontramos o Salvador. O que precedeu o ministério terreno de Cristo? O Deserto. O que tem precedido o ministério de muitos "pastores presidentes"? Às vezes o deserto, outras apenas ternos e aparência de santidade. A aparência não vence o Deserto, embora algumas pessoas nas igrejas pensem que sim, até preferindo um terno engomado a um sapato surrado em suas sucessões pastorais. E até dizem que é vontade de Deus. De fato o é, mas será a vontade soberana de Deus ou a vontade permissiva? Escolhemos o que Deus quer ou Deus, misericordiosamente, permite o que desejamos? Não nos cabe julgar, apenas indagar, mas há igrejas sofrendo. E muitas não tem coragem de admitir isso.
As igrejas sofrem porque ignoram o desempenho do possível pastor nas tentações do deserto, um deserto onde as vestes são rotas e a pele queimada. Muitos preferem olhar para as "vestes sacerdotais" e a "pinta de pastor" de quem talvez passou uns dois ou três dias no Deserto, mas foi logo encaminhado a uma comissão de sucessão pastoral por algum amigo influente na denominação.
Seria ótimo se a marca inicial dos ministérios, o critério mais importante a ser avaliado, fosse o deserto das tentações teológicas. Não é qualquer Deserto, pois todos temos nossos Desertos, mas passando pelo deserto a velha pessoa que somos fica para trás, permitindo somente que o novo homem entre na terra prometida. Não que a terra prometida seja uma maravilha de tranquilidade, ao contrário, mas quem suporta o Deserto suportará qualquer coisa.
Outro marco importante num ministério é a Manifestação Pública de não se vender em zelo pela Palavra. Jesus nos deu exemplo expulsando os vendilhões do templo duas vezes, no início de seu ministério e na última semana de seu ministério terreno. O exemplo de Jesus nos mostra que esta Manifestação Publica não é só uma declaração, é uma ação. Muitos pastores, batistas, batem no peito com orgulho de ser irrepreensíveis no zelo pela Palavra, mas quando algo ocorre que possa ser inconveniente tomar uma decisão mais séria, apenas buscam conselhos para consertar o problema, ou talvez remendar.
Muitos que se dizem irrepreensíveis fazem vistas grossas a manipulações de todo tipo que poderiam ameaçar seu cargo, ou carreira pastoral. Infelizmente ser pastor está virando carreira, haja vista a intromissão do Estado nos Seminários Teológicos através do MEC. Para quem não sabe, para ser reconhecido pelo MEC, o Seminário precisa obedecer certas regras e aceitar fiscalização do mesmo, mesmo que limitada por certos princípios, mas já é fiscalização Estatal da religião e do que pensam os pastores. Certo que este é outro assunto, mas serve bem de exemplo. É melhor, para alguns, fazer vistas grossas a intromissão Estatal e ter um diploma de Curso Superior do que esforçar-se um pouco mais, fazer até um curso concomitante, do que ser coerente com princípios batistas.
Claro que muitas igrejas tem sua responsabilidade. Jogam o seminarista no Seminário e deixam pra lá. Mas é necessário já no início do ministério não comercializar, ou negociar, com nossos princípios. Por mais tentador que isto seja.
Jesus também expulsou os vendilhões no final de seu ministério. Isto demonstra que sua disposição não mudou. Mas há entre nós os que mudam de posição, que negociam suas crenças, mesmo entre outros pastores porque será mais conveniente acochambrar algo do que dar "prejuízo à denominação". Ora, será que a denominação não preferiria corrigir erros do que maquea-los? Se a denominação prefere o segundo caminho, alguém ou alguns, não mantiveram sua posição inegociável de zelo pela Palavra de Deus.
Como passamos pelo Deserto do ministério? Qual o nosso compromisso atitudinal com o zelo pela palavra? É uma pergunta que devemos responder cada uma a si.
BIBLIOGRAFIA
Biblia Sagrada, ACF, Mateus 4.1-11; Marcos 1. 12,13; Lucas 4.1-13.
Bíblia Sagrada, ACF, João 2.13-25.
Bíblia Sagrada, ACF, Mateus 21.12, 13, 18,19; Marcos 11.12-19; Lucas 19.45,46
BUCKLAND, A. R.Verbete: Jesus Cristo in Dicionário Bíblico Universal. Editora Vida, Florida, 1981.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Porque não Igreja?
Na última postagem escrevi sobre a confissão de Pedro. Jesus disse que edificaria sua igreja sobre aqueles que o confessassem como Senhor e Salvador. Sobre um povo que confessa a Jesus como Senhor e Salvador em qualquer circunstancia as portas do inferno não podem prevalecer. Por isso muitos cristãos morreram por manter sua confissão do Senhorio de Cristo, até as últimas consequências.
Antes de continuarmos leiamos 1 João 4.3: "E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo." A Tradução do Novo Mundo das Testemunhas de Jeová troca a palavra espírito para " expressão inspirada", logo entenderemos porque.
A igreja é formada por pessoas que confessam a Jesus como Deus Salvador. Há organizações religiosas que se dizem melhores do que as igrejas e que não se chamam igreja, mas organização. Entre estes os Testemunhas de Jeová. Seus lugares de culto chamam-se Salões do Reino e seu grupo intitula-se de estudantes da Bíblia.
Qual a coerência dos TJ não se chamarem de igreja? Simples, eles não podem chamar a si mesmos de igreja pois não creem em Jesus como Deus Salvador. Jesus, para os TJ, é um deus inferior. Denominar-se igreja seria uma contradição com suas doutrinas heréticas. Afinal, igrejas são formadas de pessoas que confessam a Jesus como Deus Trino, Salvador e Senhor.
Muitas igrejas se admiram do empenho dos TJ em proselitismo, mas esquecem-se que não é o empenho de uma igreja, mas de uma organização. Por mais proselitistas que sejam TJs negariam a Cristo, literalmente, se isso fosse condição de vida ou morte. Eles acham absurdo morrer por Cristo.
Os verdadeiros cristãos, aqueles que formam a verdadeira igreja, morreriam por sua fé. Não devemos nos admirar de zelo organizacional, mas devemos valorizar o zelo pela confissão de fé que nos torna igreja de Cristo.
Oremos pelos TJs, para que se convertam da apostasia, e vivamos de forma correta como agrada a Deus confessando-o na pessoa de Jesus Cristo nosso Salvador.
WEBGRAFIA
Biblia Sagrada. João 4.3. disponível em: http://www.bibliaonline.com.br/acf/1jo/4/3+
Bíblia Sagrada. Mateus 16.disponivel em: http://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/16 acesso: 10/07/2011
Bíblia Sagrada. 1 Pedro 2.5 disponivel em: http://www.bibliaonline.com.br/acf/1pe/2/5+ acesso 10/07/2011
A Bíblia e Você: A Confissão de Pedro. Disponível em: http://www.abibliaevoce.com.br/2011/07/confissao-de-pedro.html
Wikipedia: Estrutura Mundial das Testemunhas de Jeová. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Testemunhas_de_Jeov%C3%A1_(organiza%C3%A7%C3%A3o) 13/07/2011
Wikipedia: Doutrinas das Testemunhas de Jeová. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Doutrinas_das_Testemunhas_de_Jeov%C3%A1 acesso: 13/07/2011
Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas. João 4. Disponível em: http://watchtower.org/t/biblia/1jo/chapter_004.htm
Antes de continuarmos leiamos 1 João 4.3: "E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo." A Tradução do Novo Mundo das Testemunhas de Jeová troca a palavra espírito para " expressão inspirada", logo entenderemos porque.
A igreja é formada por pessoas que confessam a Jesus como Deus Salvador. Há organizações religiosas que se dizem melhores do que as igrejas e que não se chamam igreja, mas organização. Entre estes os Testemunhas de Jeová. Seus lugares de culto chamam-se Salões do Reino e seu grupo intitula-se de estudantes da Bíblia.
Qual a coerência dos TJ não se chamarem de igreja? Simples, eles não podem chamar a si mesmos de igreja pois não creem em Jesus como Deus Salvador. Jesus, para os TJ, é um deus inferior. Denominar-se igreja seria uma contradição com suas doutrinas heréticas. Afinal, igrejas são formadas de pessoas que confessam a Jesus como Deus Trino, Salvador e Senhor.
Muitas igrejas se admiram do empenho dos TJ em proselitismo, mas esquecem-se que não é o empenho de uma igreja, mas de uma organização. Por mais proselitistas que sejam TJs negariam a Cristo, literalmente, se isso fosse condição de vida ou morte. Eles acham absurdo morrer por Cristo.
Os verdadeiros cristãos, aqueles que formam a verdadeira igreja, morreriam por sua fé. Não devemos nos admirar de zelo organizacional, mas devemos valorizar o zelo pela confissão de fé que nos torna igreja de Cristo.
Oremos pelos TJs, para que se convertam da apostasia, e vivamos de forma correta como agrada a Deus confessando-o na pessoa de Jesus Cristo nosso Salvador.
WEBGRAFIA
Biblia Sagrada. João 4.3. disponível em: http://www.bibliaonline.com.br/acf/1jo/4/3+
Bíblia Sagrada. Mateus 16.disponivel em: http://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/16 acesso: 10/07/2011
Bíblia Sagrada. 1 Pedro 2.5 disponivel em: http://www.bibliaonline.com.br/acf/1pe/2/5+ acesso 10/07/2011
A Bíblia e Você: A Confissão de Pedro. Disponível em: http://www.abibliaevoce.com.br/2011/07/confissao-de-pedro.html
Wikipedia: Estrutura Mundial das Testemunhas de Jeová. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Testemunhas_de_Jeov%C3%A1_(organiza%C3%A7%C3%A3o) 13/07/2011
Wikipedia: Doutrinas das Testemunhas de Jeová. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Doutrinas_das_Testemunhas_de_Jeov%C3%A1 acesso: 13/07/2011
Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas. João 4. Disponível em: http://watchtower.org/t/biblia/1jo/chapter_004.htm
A Confissão de Pedro
O título mais usado nas versões da Bíblia para a narrativa em que Pedro reconhece que Jesus é o Cristo (Mateus 16.13-23) é assim descrito: "A confissão de Pedro". Não está errado e também não está certo, penso eu, vejamos porque.
No versículo 13 Jesus pergunta aos discípulos quem o povo dizia que Ele era. A pergunta foi dirigida aos discípulos como coletividade e, como as respostas eram múltiplas, deram várias respostas. Note que as respostas referiam-se a opinião dos outros e não dos discípulos necessariamente.
Depois ele dirige outra pergunta as mesmas pessoas: "E vós, quem dizeis que eu sou?" (v. 15) Pedro responde sendo elogiado por Jesus. Alegam algumas crenças contraditórias, especialmente entre os cristãos romanizados, que como Pedro declarou e pela forma como foi elogiado, sobre Pedro seria erguida a igreja. Este tipo de interpretação foi muito conveniente para manter o poder politico daqueles que se intitulam substitutos de Cristo. Vamos analisar o texto para saber sobre o que, ou quem, é edificada a igreja de Cristo.
Primeiro recorreremos a uma anedota. Imagine uma sala de aula de curso superior de matemática com alunos formandos. Um professor pergunta - Quanto é 2+2? Logo um dos alunos responde: 4. Os outros se mantém quietos não porque não saibam mas porque não há o que acrescentar pois a resposta foi correta e completa. Apenas um aluno expressou a opinião de todos, afinal são formandos de matemática e devem saber disso há muito tempo.
Coisa semelhante acontece com a resposta de Pedro. Jesus pergunta a todos, Pedro responde de forma irretocável. Quanto aos outros discípulos vale o ditado: quem cala consente, ou melhor, concorda. A confissão de Pedro não era só dele mas de todos. Jesus diz que sobre essa pedra - a confissão publica de que Ele é o Cristo - será edificada a sua igreja.
É uma questão de lógica: a igreja é construída, embora não alicerçada, com aqueles que creem em Cristo. Nosso fundamento é Cristo, Ele é nosso alicerce e pedra angular, mas nós somos pedras desse edifício como nos mostra 1 Pedro 2.5.
Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo.
Mas e quanto à figura de linguagem que Jesus usou ao comparar o nome de Pedro com a pedra de edificação? Segundo especialistas em grego, o termo Pedro, significa um pedregulho, parecido com alguns usados nas paredes das construções daquela época em Israel (o que é coerente com 1 Pedro 2.5), mas o termo pedra refere-se a uma pedreira que não pode ser removida facilmente. Portanto, a pedreira não era Pedro, mas a confissão dos crentes em Cristo Jesus através dos séculos.
É interessante notar que, o mesmo Pedro que confessa a Cristo dando voz àquela igreja que começava a se formar através da revelação do Espírito Santo, também tenta demover Jesus de sua missão Salvadora quando Ele diz que morreria para nos Salvar. Jesus dirige-se ao espírito que usava Pedro naquele momento dizendo: "
Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens
Se a igreja se firmasse em Pedro ou qualquer outro homem, seríamos miseráveis, mas a igreja se fundamenta na fé em Cristo Salvador.
Isso nos faz pensar sobre certas indagações que fazemos: "Como aquele homem pode pregar e ensinar tão bem e cometer certas atitudes?" Ora, o pecado não anula a graça, nossos erros não são maiores do que a graça de Deus. Assim como Pedro, somos falhos, e a nossa força não está em nós, mas em nossa fé em Jesus como Senhor e Salvador de nossas vidas.
Aproveito para convidá-lo a levar a mensagem desta confissão a outras pessoas convidando-as a crer em Cristo. Se você não aceitou a Cristo como Salvador e Senhor, confesse-o, não espere até ficar perfeito. Nem Pedro, nem os outros discípulos eram perfeitos quando confessaram. A nossa parte é crer, confessar, obedecer, se entregar a Cristo. Nós somos incapazes de mudar nosso caráter, mas quando confessamos a Cristo, Ele pode tudo.
WEBGRAFIA
No versículo 13 Jesus pergunta aos discípulos quem o povo dizia que Ele era. A pergunta foi dirigida aos discípulos como coletividade e, como as respostas eram múltiplas, deram várias respostas. Note que as respostas referiam-se a opinião dos outros e não dos discípulos necessariamente.
Depois ele dirige outra pergunta as mesmas pessoas: "E vós, quem dizeis que eu sou?" (v. 15) Pedro responde sendo elogiado por Jesus. Alegam algumas crenças contraditórias, especialmente entre os cristãos romanizados, que como Pedro declarou e pela forma como foi elogiado, sobre Pedro seria erguida a igreja. Este tipo de interpretação foi muito conveniente para manter o poder politico daqueles que se intitulam substitutos de Cristo. Vamos analisar o texto para saber sobre o que, ou quem, é edificada a igreja de Cristo.
Primeiro recorreremos a uma anedota. Imagine uma sala de aula de curso superior de matemática com alunos formandos. Um professor pergunta - Quanto é 2+2? Logo um dos alunos responde: 4. Os outros se mantém quietos não porque não saibam mas porque não há o que acrescentar pois a resposta foi correta e completa. Apenas um aluno expressou a opinião de todos, afinal são formandos de matemática e devem saber disso há muito tempo.
Coisa semelhante acontece com a resposta de Pedro. Jesus pergunta a todos, Pedro responde de forma irretocável. Quanto aos outros discípulos vale o ditado: quem cala consente, ou melhor, concorda. A confissão de Pedro não era só dele mas de todos. Jesus diz que sobre essa pedra - a confissão publica de que Ele é o Cristo - será edificada a sua igreja.
É uma questão de lógica: a igreja é construída, embora não alicerçada, com aqueles que creem em Cristo. Nosso fundamento é Cristo, Ele é nosso alicerce e pedra angular, mas nós somos pedras desse edifício como nos mostra 1 Pedro 2.5.
Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo.
Mas e quanto à figura de linguagem que Jesus usou ao comparar o nome de Pedro com a pedra de edificação? Segundo especialistas em grego, o termo Pedro, significa um pedregulho, parecido com alguns usados nas paredes das construções daquela época em Israel (o que é coerente com 1 Pedro 2.5), mas o termo pedra refere-se a uma pedreira que não pode ser removida facilmente. Portanto, a pedreira não era Pedro, mas a confissão dos crentes em Cristo Jesus através dos séculos.
É interessante notar que, o mesmo Pedro que confessa a Cristo dando voz àquela igreja que começava a se formar através da revelação do Espírito Santo, também tenta demover Jesus de sua missão Salvadora quando Ele diz que morreria para nos Salvar. Jesus dirige-se ao espírito que usava Pedro naquele momento dizendo: "
Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens
Se a igreja se firmasse em Pedro ou qualquer outro homem, seríamos miseráveis, mas a igreja se fundamenta na fé em Cristo Salvador.
Isso nos faz pensar sobre certas indagações que fazemos: "Como aquele homem pode pregar e ensinar tão bem e cometer certas atitudes?" Ora, o pecado não anula a graça, nossos erros não são maiores do que a graça de Deus. Assim como Pedro, somos falhos, e a nossa força não está em nós, mas em nossa fé em Jesus como Senhor e Salvador de nossas vidas.
Aproveito para convidá-lo a levar a mensagem desta confissão a outras pessoas convidando-as a crer em Cristo. Se você não aceitou a Cristo como Salvador e Senhor, confesse-o, não espere até ficar perfeito. Nem Pedro, nem os outros discípulos eram perfeitos quando confessaram. A nossa parte é crer, confessar, obedecer, se entregar a Cristo. Nós somos incapazes de mudar nosso caráter, mas quando confessamos a Cristo, Ele pode tudo.
WEBGRAFIA
- Bíblia Sagrada. Mateus 16.disponivel em: http://www.bibliaonline.com.br/acf/mt/16 acesso: 10/07/2011
- Bíblia Sagrada. 1 Pedro 2.5 disponivel em: http://www.bibliaonline.com.br/acf/1pe/2/5+ acesso 10/07/2011
- JUSTICE, Laurence A. O Catolicismo e o Papado. disponivel em: http://www.palavraprudente.com.br/estudos/paul_j/catolicismo/cap04.html acesso 10/07/2011
- Enciclopédia Católica Popular: Papa. Disponível em: http://www.ecclesia.pt/catolicopedia/ acesso: 10/07/2011
sábado, 9 de julho de 2011
Novo Testamento Grego em Audio
O que é interessante nesse recurso de audio é, tendo o texto grego impresso, acompanhar a leitura. Sabe-se que há diversas formas de aprender e alguns estudantes são bem sucedidos com recursos auditivos. Alguns excelentes estudantes tem dificuldade com textos escritos, mas tem excelente apreensão de idéias ao ouvir uma aula por exemplo
Se você não é estudante de teologia e quer se aventurar como autodidata, recomendo também que obtenha gramática, dicionário grego português, e chave linguistica do Novo Testamento Grego. Você também pode usar, se quiser mais sofisticação, o Novo Testamento Grego Analítico onde as palavras são analisadas gramaticalmente através de códigos e o Novo Testamento Interlinear onde o texto grego é intercalado com uma linha de tradução. Não é fácil, mas tem gente que se satisfaz com o esforço. Eu estou tentando até hoje.
Geralmente nas classes regulares de grego é enfatizado o decorar paradigmas e palavras chave. Nada contra, porém para alguns é mais agradável aprender no processo de pesquisa. Se quiser seguir esse caminho, terá que ter paciência.
Enfim, o site dos arquivos em audio é http://www.greeklatinaudio.com/. Os arquivos somam alguns gigabytes você pode baixar gratuitamente apenas alguns capitulos para ouvir ou comprar o CD com todos os arquivos.
Ah, um detalhe: não se preocupe muito com a pronuncia, pois ninguém sabe como era pronunciado o grego koine no tempo de Cristo. O ledor pode ter certo sotaque mas isso não é problema para quem tem apenas o objetivo de aprender a ler o Novo Testamento na língua original. Se você desejar mais exatidão é aconselhavel procurar uma faculdade de letras onde pode estudar grego moderno ou clássico.
WEBGRAFIA:
Review and Analysis of Greek New Testament Audio Recordings. Disponivel em: http://www.letsreadgreek.com/resources/greekntaudio.htm acesso: 08/07/2011
Greek Latin Audio. Disponível em: http://www.greeklatinaudio.com/ acesso: 08/07/2011
Learning Biblical Languages - Hebrew, Aramaic, and Greek. Disponivel em: http://www.read-the-bible.org/LearnLanguages.html acesso: 08/07/2011
The Online Greek Bible. Disponivel em: http://www.greekbible.com/ acesso: 09/07/2011
Little Greek. Disponivel em: http://www.ibiblio.org/koine/ acesso: 09/07/2011
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